segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Os melhores da nova MPB: + 15 cantores e bandas da nova Música Brasileira

A Nova Música Brasileira - nova MPB - blog Candria Riviera

Em 2013 postei uma lista da Nova Música Brasileira: 12 melhores cantores e bandas da nova MPB. Na lista, destaquei nomes como Clarice Falcão, Cícero, 5 a Seco, Maria Gadú, Tulipa Ruiz, Roberta Sá, Jay Vaquer, Alma Thomas, Silva, Ellen Oléria, Marcelo Jeneci e Rosie and Me. Seguindo algumas sugestões, decidi dar sequência à lista nesse post apontando 14 outros cantores, cantoras e bandas que têm se destacado na nova MPB. 

Se não leu o post anterior, leia: Nova Música Brasileira: 12 melhores cantores e bandas da nova MPB. 

Segue abaixo a lista 15 novos nomes que se destacam entre os melhores cantores e bandas dessa nova safra da MPB, os artistas que estão cuidando da continuação e evolução do patrimônio nacional.


1. Criolo


Criolo, também conhecido como Criolo Doido, veio de uma leva de rappers paulistas dos anos 90 que lançou também Emicida. Mas foi só em 2006 que largou as salas de aula (era professor) e fundou a Rinha dos MC’s, com batalhas de freestyle, shows semanais, exposições de graffiti e fotografias. Em 2008 recebeu o prêmio “Música do Ano” e “Personalidade do Ano” na quarta edição do evento “O Rap É Compromisso”. 

Sua voz grave se destaca tanto nos raps quantos nas melodias cantadas. E suas letras são poéticas, ricas e filosóficas. Apesar de ser novo na mídia, já está a 20 anos na estrada, e em 2009 gravou um DVD ao vivo com canções de toda a sua carreira na Rinha dos MC’s, que foi posto para venda em 2010, chamado “Criolo Doido Live in SP”. 

Em 2014 ganhou destaque na mídia nacional e internacional com o lançamento do aclamado "Convoque Seu Buda". O álbum é um dos melhores álbuns lançados em 2014. O cd "Convoque Seu Buda" está disponível para download gratuito no site oficial do cantor.


Leia também:
TOP 40 Melhores Albuns de Musicas lançados em 2014
TOP 60 Melhores Músicas de 2014.


2. Ana Cañas


É comum ver um artista dizendo que gosta de cantar ou tocar algum instrumento desde muito pequeno. Tão usual que é até chocante quando algum artista diz que só foi descobrir sua vocação depois dos vinte anos de idade. E foi exatamente isso que aconteceu com Ana Cañas. Atriz nata e apaixonada por teatro e artes cênicas, a artista só foi descobrir a música no fim da faculdade. 

A cantora começou a explorar o Jazz de Ella Fitzgerald e aos poucos foi o misturando com ritmos brasileiros de Chico Buarque e Paulinho Da Viola, rock e até pitadas de reggae. Uma mistura interessante que define a Ana Cañas como artista. 

Gravou seu primeiro disco em 2007. Fez parcerias com Gilberto Gil, Arnaldo Antunes, Nando Reis e Ney Matogrosso. Agora no seu terceiro disco, "Volta", começa a ganhar mais destaque e visibilidade como uma das novas estrelas da MPB.





3. Tiago Iorc


Cantor brasiliense de música indie/alternativa, viveu na Inglaterra, EUA, Curitiba e Rio de Janeiro. Sua música traz muitas influências das culturas dos lugares onde viveu. 

Começou a ganhar notoriedade em 2007, quando sua música Nothing But a Song foi tema da novela Malhação. Desde então, Tiago Iorc começou a trabalhar para lançar seu primeiro álbum Let Yourself In que foi lançado em 2008. Tiago Iorc ainda conquistou mais 3 músicas de seu primeiro CD em novelas: Blame, My Girl e Fine, sendo a última em uma novela coreana. Seu segundo disco de estúdio, Umbilical, foi gravado no Rio de Janeiro e em Nova York, e contou com a produção do americano Andy Chase, que já trabalhou com a banda de rock alternativo The Smashing Pumpkins. Além do Brasil, o disco foi lançado na Coreia do Sul, Portugal, Estados Unidos e Japão. 

Em 2013 lançou Zeski, álbum que reúne músicas de sua autoria em inglês e português e foi eleito um dos 30 melhores álbuns de 2013. Vem aos poucos ganhando fãs participando de festivais pelo Brasil. Veja abaixo o vídeo ficial de "My Girl" de Tiago Iorc.





4. Tiê


Tiê foi modelo, cursou Relações Públicas, estudou canto em Nova Iorque e foi dona de um Café/brechó em São Paulo. No Café, certo dia atendeu os clientes Dudu Tsuda e o compositor Toquinho, com quem a cantora gravou sua primeira música e viajou pelo Brasil e Europa em turnê. Em 2008 começou a fazer shows solo e sua voz doce começou a ganhar fãs.

Lançou seu primeiro disco - “Sweet Jardim” - em 2009. No disco, Tiê mostra suas composições, canta e toca piano e violão, em dez faixas de autoria própria, gravadas ao vivo. Em 2014 lançou seu álbum "Esmeraldas". Veja o vídeo da faixa "Piscar o Olho", do primeiro EP da cantora:




5. O Teatro Mágico 


O Teatro Mágico é um grupo inciado por Fernando Anitelli, com elementos do circo, teatro, poesia, música, literatura, política e cancioneiro popular, juntando diferentes segmentos artísticos num mesmo projeto.

O Teatro Mágico surgiu com a idéia de levar aos palcos a estrutura de um “sarau” amplificado. O nome foi tirado do livro “O Lobo da Estepe”, de Hermann Hesse. Em uma passagem, a personagem principal se depara com uma placa onde se lê: “Esta noite o Teatro Mágico - Entrada para raros”. 

O grupo é composto por músicos e performers. Fazem música Pop, porém com uma estética sonora, textual e visual muito particular. A filosofia da trupe é divulgar seu trabalho através do Movimento Música para Baixar – MPB - comprometido com a defesa do livre compartilhamento de arquivos musicais via internet e flexibilização do direito autoral, que conta com adesão de artistas e músicos preocupados com a questão da censura na web. O disco “Grãos do Corpo” pode ser baixado gratuitamente no MEGA ou pelo Torrent

Outras músicas do grupo estão disponíveis para download gratuito no Last.fm.





6. Mariene de Castro


Mariene de Castro era backing vocal do Timbalada e de Carlinhos Brown. Foi para a França, onde começou a cantar sozinha e receber atenção de diversos produtores extrangeiros. Só começou a ser notada no Brasil depois que gravou o álbum “Abre caminho”, vencedor do Prêmio TIM de música na categoria regional em 2005. 

Baiana da gema, adorada pela crítica, ela já foi destaque nas folhas culturais dos principais jornais do País, embora ainda seja uma quase-desconhecida entre o público de sua terra. Em 2012, a canção "Amuleto de Sorte", cover de Clara Nunes, foi tocada em algumas rádios brasileiras. O samba baiano e sua voz forte são suas marcas que estão em todas as músicas que interpreta. 

Afilhada de Zeca Pagodinho, ganhou dele a música "Colheita", que é título do seu mais recente álbum lançado em 2014.



7. Filipe Catto


Filipe Catto é cantor e compositor de Porto Alegre de voz peculiar, com timbre quase feminino e características musicais muito próprias. Catto passou a adolescência gravando faixas caseiras e fazendo o que parece ser o futuro da indústria musical: distribuindo este material pela internet.

Em 2009 Filipe Catto lançou seu primeiro EP intitulado SAGA, onde apresenta toda sua trajetória em busca de uma musicalidade própria, esmiúça suas percepções mais íntimas, suas amarguras, impulsos e anseios.  

O cantor lançou seu segundo álbum em 2013, "Fôlego". O EP de estréia, SAGA, cuja faixa título fez parte da novela "Cordel Encantado", está disponível para download gratuito neste site. No Last.fm também há diversos mp3 do Filipe Catto para baixar de graça

Filipe Catto é um nome da nova gama de músicos nem tão subterrâneos, nem tão convencionais, que precisa de espaços para se apresentar à mídia. O mais recente álbum do cantor, "Entre Cabelos, Olhos E Furacões", gravado ao vivo e lançado com o DVD, está disponível para download no itunes.

Ouça no vídeo abaixo a faixa Adoração:




8. Céu


Maria do Céu Whitaker Poças, ou simplesmente Céu, é uma cantora e compositora de MPB. Seu trabalho traz influências tanto de música originalmente brasileira, particularmente do samba, como de hip-hop, afrobeat, jazz e R&B.

Tendo iniciado sua carreira em 2002, e já carregando na bagagem indicações ao Grammy latino e citações na Billboard norte-americano, Céu não é tão desconhecida na mídia, e vem ganhando cada vez mais espaço como novo grande nome da MPB.

Céu teve seu disco de estreia, (CéU), lançado em 2005 em parceria com a Warner. Com shows pequenos no Brasil, ela foi firmando seu nome aos poucos. Com uma profusão de sonoridades – eletrônicas, reggae, dub, afrobeat e samba –, Céu trouxe nova roupagem para canções como “Concrete Jungle”, de Bob Marley e “O Ronco Da Cuíca”, de João Bosco e Aldir Blanc.

Seu mais recente álbum é o Caravana Sereia Bloom, de 2012. 





9. Christiano Dortas


Carioca da gema e figura fácil na noite da Lapa (RJ), Christiano Dortas é um cantor, poeta e compositor de pop/rock que, apesar de introspectivo, possui espírito revolucionário. E isso se traduz visivelmente em suas canções e em seus shows, sempre muito energizantes e contagiantes.

Casado com a talentosíssima atriz e cantora de musicais Evelyn Castro, Dortas sempre foi apaixonado por música e literatura. Começou a estudar piano aos 8 anos e em 1998 começou a conhecer os palcos como vocalista da banda Sifuhanks. Em 2006 lançou seu primeiro álbum autoral.

Depois do grande sucesso do CD "Mutação", lançado em 2010, com as músicas Levando amor e Não é pecado, atualmente vem ganhando destaque com sua canção "Em Meio a Tudo", tema da novela Alto Astral. Ouça a canção no vídeo do youtube abaixo:







10. Apanhador Só


Um punhado de belas canções e uma capacidade de cativar o público: foram estes ingredientes que garantiram ao Apanhador Só prestígio e destaque na fértil cena da nova música brasileira, desde 2006, quando surgiu com o EP Embrulho Pra Levar.

Com versos filosóficos e música de espírito aventureiro, o disco do quarteto de Porto Alegre conquistou admiradores fiéis em shows pelos principais palcos do Brasil. O segredo do sucesso do grupo está no talento para compor canções pop com uma simplicidade ancestral e que, ao mesmo tempo, desafia ouvintes atentos a desvendar novas camadas sonoras e líricas a cada audição. Foi esse equilíbrio entre o popular e o experimental que rendeu ao Apanhador Só tanto reconhecimento, antes mesmo de seu primeiro álbum, Apanhador Só, ser lançado em 2010 e ir direto para as listas de melhores do ano.

A cada ano o grupo vem lançando um novo disco, sendo o mais recente o "Antes Que tu Conte Outra" de 2013. O disco está disponível para download gratuito.

É possível baixar gratuitamente de todos os discos do Apanhador Só no site oficial.




11. Mariana Aydar


Filha de músicos, Mariana Aydar é uma cantora paulista surgiu no cenário musical brasileiro em 2000 quando ingressou na banda de Miltinho Edilberto, cantor de forró pé-de-serra. 

Forrozeira, Mariana se juntou a jovens e talentosos músicos até que nasceu a banda CaruáEm 2004, após estudar canto no Brasil e Estados Unidos, Mariana foi estudar música em Paris, onde conheceu Seu Jorge, que a convidou para abrir seus shows numa turnê européia. 

De volta ao Brasil em 2006, lançou seu disco de estréia, Kavita 1 (“poeta” em Sânscrito). Seu álbum mais recente foi lançado em 2011, "Cavaleiro Selvagem Aqui Te Sigo".

Sua voz transita do samba e forró até as sonoridades mais contemporâneas, o que torna Mariana um dos principais nomes da nova MPB.





12. Banda do Mar 


Banda do Mar é uma banda formanda em 2014 pelos músicos Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e Fred Ferreira

As carreiras do casal Mallu e Camelo já se encontraram em diversos outros momentos desde 2008. Já o cantor português Fred (ex- Buraka Som Sistema), trabalhou no último disco de Wado, Vazio Tropical, cuja produção é de Camelo.

A reunião dos três artistas surgiu despretenciosamente e o álbum com canções de arranjos leves e ao mesmo tempo ritmos dançantes, já rendeu elogios, milhares de downloads, shows agendados por todo o Brasil e Portugal e milhares de views dos vídeos "Mais Ninguém" e "Hey Na Na"





13. Thiago Pethit 


O cantor e compositor paulista Thiago Pethit tem um estilo muito peculiar, um folk pop/rock nacional que pode gerar estranheza para quem procura a mpb mais convencional. 

Estreou em 2008, com o EP ‘Em Outro Lugar’. Influenciado pela cena underground dos anos 60 e 70, o primeiro álbum de Thiago - intitulado ‘Berlim, Texas’ - foi lançado em 2010, com sonoridade bastante Folk. Seu segundo trabalho, ‘Estrela Decadente’, teve lançamento em 2012, e trouxe músicas com um lírico mais “sujo” em relação ao seu primeiro álbum, pois a inspiração de Pethit para essas músicas foi o período de depressão vivido por ele, em 2011. Em 2014, lançou o terceiro disco da carreira, ‘Rock’n’Roll Sugar Darling’ dedicado a uma estética renovada e contemporanea do clássico rock’n’roll de Elvis Presley, Iggy Pop e Lou Reed.

O álbum "Rock'n Roll Sugar Darling" está disponível para download gratuito no site do cantor. Clique para baixar gratuitamente.

Veja abaixo o vídeo da faixa "Moon" de Thiago Pethit.





14. Toni Ferreira


O cantor paulista Toni Ferreira foi revelado em 2010 pela sua amiga, a cantora Maria Gadú no “Multishow ao Vivo”. Muito comparado com Cazuza, desde cedo recebia influêcias do seu pai, produtor musical, músico e se apaixonou pelo blues. Cantor e compositor, lançou seu álbum de estréia “Toni Ferreira” em 2013, com faixas autorais

Mas Toni Ferreira não é só um cantor de blues. Ele é um músico de espectro amplo, temperado pela noite paulista, pelos clubes e bares em que tocou. Graças a essa estrada, seu som consegue dialogar com as mais diversas linguagens, com estados de espírito variados, extremos até. 




15. Selton


O quarteto gaúcho Selton, formado a oito anos, assim que montaram a banda, arrebataram fãs, engordaram a agenda de shows, emplacaram músicas nas rádios e clipes na MTV. Mas tudo isso a quilômetros de casa, na Itália.

Ramiro Levy (voz, guitarra e ukulele), Daniel Plentz (bateria e voz), Ricardo Fischmann (voz, teclado e guitarra) e Eduardo Stein (baixo e voz) foram colegas no Colégio Israelita, em Porto Alegre. Durante a faculdade, resolveram fazer intercâmbio: cada um estava em viagem pela Europa, e acabaram se encontrando em Barcelona. Então, eles, que nunca haviam tocado juntos, fundaram a banda para poder bancar o aluguel.

Banana à Milanesa (2008), primeiro disco da Selton, mistura um toque brasileiro (arranjos de rock, samba e MPB) com clássicos italianos dos anos 1960.

Com sonoridade folk/rock alternativa, e com influências cada vez maiores da música brasileira, a banda está investindo mais tempo e energia para conquistar o público do país: o quarteto conta com uma agente brasileira para a divulgação do novo disco e ampliou o número de shows da turnê nacional. Não à toa, o nome do recém-lançado álbum do grupo é "Saudade".

É possível baixar de graça o novo single da Selton, "Saudade", na página da banda no Facebook. Para fazer o dowload gratuito basta curtir a página. 



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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Whedonverse: O universo de Joss Whedon e as séries mais humanas da TV



O escritor, diretor, desenhista, compositor e ator Joss Whedon possui um currículo gigantesco e é um velho conhecido dos geeks. Mas só recentemente começou a ganhar visibilidade na mídia pop com o sucesso de sua versão de "Os Vingadores" no cinema. 

O que destaca Joss Whedon entre os roteiristas e diretores dessa nova geração é sua habilidade única de contar histórias de fantasia com os personagens mais humanos como jamais vistos na ficção. Seja entre vampiros, heróis nórdicos, espaçonaves futuristas, ou entre cientistas em um mundo pós-apocalíptico, seus personagens crescem, amadurecem e apresentam angústias e complexidades com as quais cada um de nós nos identificamos.

E sua principal característica é sempre oferecer heroínas fortes, mulheres complexas que elevam o termo "girl power" a um outro nível.

Abaixo destaco as melhores histórias (séries, filmes e web-séries) do Whedonverse (como os fãs chamam o universo de Joss Whedon):

1. Buffy - A Caça-Vampiros (Buffy, The Vampire Slayer)




Quando estreou na primavera de 1997, em uma rede pequena ainda lutando para forjar a sua identidade, a idéia de que Buffy The Vampire Slayer se tornaria uma das séries de TV mais influentes de todos os tempos teria parecido risível. Baseada em um filme trash que recebeu críticas muito negativas, a série chegou sem estrelas a uma emissora pequena que decidiu entregar o controle do show a Joss Whedon, o homem que escreveu o roteiro original. Ele nunca tinha sido um showrunner, e ele ainda era muito jovem, tinha acabado de completar 30.

No entanto, no final de suas sete temporadas, Whedon e Buffy tinham reinventado a cara da televisão. Buffy foi inovadora em diversos segmentos, mas principalmente no storytelling e no desenvolvimento de personagens. Whedon partiu da premissa de heróis que enfrentam um vilão principal por temporada, mas foi Buffy que deu um nome a essa ideia, o Big Bad. Então, quadrinhos da Marvel, filmes clichê de terror, romances LGBT e dramas feministas foram atiradas na mistura, e o que surgiu foi algo que até então não se enquadrava em nenhum desses gêneros e a todos eles ao mesmo tempo.

Buffy é talvez mais famoso por sua ousadia, de enredo e estilística. A série começou como uma história de ultra-baixo-orçamento de uma adolescente  que é uma típica estudante de ensino médio de dia e uma assassina de monstros à noite. Interpretada por Sarah Michelle Gellar, Buffy vive uma jornada angustiante de heroína ao longo da série, começando como uma jovem arrogantemente confiante e aos poucos percebendo o quão difícil é ter tão grande peso de responsabilidade colocado sobre seus ombros. A maioria dos episódios têm um ou dois monstros aleatórios aparecendo na cidade de Sunnydale, Califórnia, que é descrita como "Boca do Inferno", um ímã para bestas e demônios de todos os tipos. Normalmente, esses monstros funcionam como metáforas para problemas típicos da adolescência. Então, Buffy e seus amigos - a doce e lerdinha nerd Willow (Alyson Hannigan), o amigo dependente e meio bobão Xander (Nicholas Brendon) o bibliotecário da escola e treinador de matador de vampiros Giles (Anthony Stewart Head) - se juntam para destruir esse monstro. 

Uma vez que o modelo foi criado na primeira temporada, Whedon e seu time de escritores quase que imediatamente começaram a inovar a história, tentando descobrir como manter o público em suas mãos. O show se tornou cheio de reviravoltas, mas sempre usadas com maestria no momento certo em favor dos personagens. Os personagens sempre começavam uma temporada em um lugar e terminavam em outro, e esse crescimento era sempre orgânico. Se alguém 'virou' mal, não foi porque se deparou com um feitiço mágico ou algo similar. Era porque tinha sofrido ou sido ferido, porque não viu outra maneira de superar sua dor, a não ser devolvendo-a para o mundo. Isso também era aplicado às relações amorosas dos personagens, muitas vezes deslocadas, complexas e não-convencionais. Personagens exploraram suas sexualidades e destruíram uns aos outros através de rompimentos.

Conforme os personagens cresciam, as preocupações da série amadureciam com eles. Particularmente em suas três últimas temporadas, Buffy e seus amigos entraram numa fase negra, em que ficam introspectivos, questionando suas existências e o mundo ao seu redor. Whedon e seus escritores usaram os temas de 'escurecimento' para traçar um paralelo com o modo que Buffy e seus amigos encararam um mundo de incertezas e responsabilidades.

Enquanto isso acontecia, as ambições estilísticas da série foram se expandindo. Whedon cada vez mais ia para trás das câmeras, dirigindo episódios que incluíram: um sem nenhum diálogo, um musical e um experimental artístico sem nenhuma música e quase nenhum efeito de sonoplastia. A série permaneceu fofa e inteligentemente engraçada ao longo do tempo, mas o novelão adolescente repleto de pastelões das primeiras temporadas deu lugar a algo mais melancólico e profundo.

Não dá para selecionar episódios para comprovar o quanto Buffy influenciou a TV e foi uma das melhores produções dessa geração. Até porque muito de seu mérito vem de sua capacidade de desenvolver os personagens no decorrer da série e por explorar os mais diversos gêneros que se misturavam episódio por episódio. 

Mas para quem quer conhecer a série (ou quer apresentar a série a alguém) e não pode passar por todos os 150 episódios, aqui vão algumas sugestões dos melhores episódios da primeira e segunda temporada que melhor introduzem os personagens. A partir daí, recomendo assistir na íntegra da 3º até a temproada final.

S01E01 - Welcome to the Hellmouth
S01E02 - The Harvest
S01E07 - Angel
S01E10 - Nightmares
S01E11 - Out of Mind, Out of Sight
S01E12 - Prophecy Girl

S02E01 - When She Was Bad
S02E03 - School Hard
S02E06 - Halloween
S02E07 - Lie to Me
S02E08 - The Dark Age 
S02E09 - What's My Line?: Part 1
S02E10 - What's My Line?: Part 2
S02E13 - Surprise
S02E14 - Innocence
S02E15 - Phases
S02E16 - Bewitched, Bothered and Bewildered
S02E17 - Passion
S02E19 - I Only Have Eyes for You
S02E20 - Becoming: Part 1
S02E21 - Becoming: Part 2

Após a 4º temporada de Buffy, Whedon começou a co-escrever Angel, série que no Brasil fez mais sucesso que sua predecessora. Apesar da série ter também seus momentos de brilhantismo, e ter recebido alguns personagens saídos de Buffy, ela ainda é muito inferior à série original. 

BUFFY e ANGEL estão disponíveis no Netflix.


2. Dollhouse



Uma das principais características de Joss Whedon é a de contar histórias sem divisão clara de certo ou errado, e isso está ainda mais evidente em Dollhouse. Com a exceção do ex-agente do FBI Paul Ballard, todos na série são moralmente comprometidos - mas mesmo assim não conseguimos odiá-los. 

Em poucas palavras, Dollhouse é uma operação de escravidão moderna. Só que até mesmo o mais abjeto escravo é capaz de preservar algum núcleo de individualidade e livre arbítrio. Na Dollhouse, as pessoas são apagadas completamente, suas mentes são substituídas por tábulas rasas que a organização Dollhouse pode preencher com o que seus ricos clientes precisam. Você pode contratar uma pessoa linda para ser quem ou o que você quiser, e fazer o que você precisa que ele /ela faça. 

Vemos 'o mal' de Dollhouse mais claramente na história de Sierra (Dichen Lachman) - ela não se candidatou para ser uma doll. Em vez disso, ela recusou propostas sexuais de um cara rico, e ele ficou tão puto que gastou uma fortuna para apagar a memória dela, para que ele e seus amigos ricos pudessem contratá-la para ser um brinquedo sexual insaciável sempre que quisessem. Assim, logo que teve sua mente apagada, seu "Handler", o cara que deveria protegê-la, abusou de sua confiança e a estuprou, repetidamente. Este não é um exemplo isolado de abuso do uso da tecnologia na Dollhouse - esta é a Dollhouse.

E mais histórias profundas são apresentadas através das personagens de Eliza Dushku, Enver Gjokaj, Amy Acker e Miracle Laurie, manipulados nas mãos do cientista moralmente ambíguo e hilário Topher (Fran Kranz) e sob a liderança da voraz Adele (Olivia Williams).

Dollhouse é muito pior que escravidão, prostituição ou assassinato. É moralmente repugnante. E mesmo assim todos os personagens são clássicos personagens de Whedon: espirituosos, inteligentes, complexos... e um pouquinho adoráveis. E o mal de Dollhouse é mais complicado de combater do que o mal de Buffy, pois é o nosso mal interior.

Outros destaques são as fantásticas reviravoltas e como Joss Whedon e sua equipe conseguiram contornar o cancelamento prematuro da série e fazer um final sensacional que fechou com maestria todos os arcos de todos os personagens. A série tem duas temporadas curtas e um episódio 'piloto' que no DVD (e no Netflix) se tornou o final da primeira temporada, pois traz um 'foreshadowing' de como a série terminará.

Um grande exemplo de ficção-científica inteligente que consegue dar o devido destaque ao fator humano.

DOLLHOUSE está disponível no Netflix.


3. Dr. Horrible's Sing-Along Blog 



Joss Whedon mais uma vez inovou ao criar uma história lançada exclusivamente e gratuitamente online. Apenas três anos depois ela foi televisionada e cinco anos depois disponibilizada no Netflix. Ele escreveu junto com seu irmão como uma 'brincadeira' e acabou lançando uma das produções mais criativas dos últimos anos.

Trata-se de uma dramédia musical dividida em três atos. Neil Patrick Harris está perticularmente encantador e hilário no papel do não tão horrível, Dr. Horrible. Nathan Fillion está fofo como sempre, e propositalmente superficial, no papel do capitão Hammer. E Felecia Day, uma geek apaixonante e alvo perfeito da afeição dos protagonistas, completa o time de personagens que estrelam a produção. 

A história toda, juntando os três episódios, não chega a ter 50 minutos, com um roteiro bem desenhado, personagens bem desenvolvidos, diálogo excepcional, música, humor, pathos ... sim, Whedon e sua equipe continuaram a remodelar a "televisão"do século 21. Dessa vez com uma estética de graphic novel e uma requintada mistura de ilusão e realidade.

E mais uma vez Joss parte de uma história que parece bobinha e produz ela com uma cinematografia sensacional e personagens tão ricos que te fazem gargalhar e até chorar. Tudo em 50-fucking-minutes!

Assista Dr. Horrible's Sing-Along Blog no YOUTUBE.


4. O Segredo da Cabana (Cabin In The Woods)




Um filme que brinca com todos os clichês de filmes de terror. Joss Whedon mais uma vez apresenta personagens bem desenvolvidos e uma história criativa e hilária.

O filme funciona em três níveis diferentes, e apenas o nível superior pode realmente ser discutido sem estragar a história. E por favor, faça um favor a si mesmo e NÃO LEIA spoilers antes de assistí-lo). 

Então, o nível superior é este: cinco amigos (incluindo Chris Hemsworth, aka, Thor) vão passar um fim de semana em uma cabana na floresta. Eles percebem rapidamente que eles estão em algum ambiente macabro, e então eles começam a morrer! Assim como em todas as histórias de terror na floresta já contadas! Mas não é quem morre, ou até mesmo como eles morrem (embora as mortes são super-bem feitas), é por que eles morrem que faz o filme tão interessante. 

Além disso, o filme ainda se apresenta como uma história sobre como lidar com as limitações humanas. Esse é o presente que Cabin vai lhe dar - uma visão quase assustadora do porquê nós amamos filmes de terror.


5. Firefly 



Apenas Joss Whedon consegue humanizar e tornar verossímel ladrões de um faroeste pós-apocalíptico que vivem em uma espaçonave reciclada. 

Eu não fiquei fã da série no primeiro episódio. Eu pensei: "É boa. Mão não merece essa babação de ovo". Demorou uns 3 ou 4 episódios para eu começar a me interessar... e no final dos 14 eu já estava rendido.  

Pra começar, Mal (Nathan Fillion) parece ser um anti-herói clichê, mas ele é mais profundo do que isso. É um homem desapontado, traído por seus ideais, que não conseguiu mudar o mundo e torná-lo "certo". Agora ele está recuado em seu próprio cantinho do universo, um refúgio auto-suficiente que ele pode controlar, se puder manter seus inimigos da Aliança (grupo político que domina a terra pós-apocalíptica) à distância.

Esta realidade alternativa é Serenity, sua nave. Ele faz as regras e se você não aceitar as regras você está fora. Ele cria um lar e uma família onde seus ideais são seguros, ou pelo menos defensáveis. Serenity é um pequeno espaço onde a lealdade é tão importante quanto liberdade, coragem e amor. Ele se vê como o líder desta pequena sociedade, encarregado de proteger esses valores, e proteger e prover a sua tripulação, que são sua família. E ele os provê levando-os a uma vida de crime. 

Ele é criminoso, mas em sua realidade alternativa elaborada ele se vê como algo diferente, algo nobre e justo. Será que ele está enganando a si mesmo? Em diversos momentos da série ele é confrontado com esta questão.

E este é apenas um de um elenco incrível de personagens com muito mais complexidades. O braço direito e bad-ass Zoe (Gina Torres), o hilário piloto Wash (Alan Tudyk), a prostituta de luxo pós-moderna Inara (Morena Baccarin), o misterioso Jayne (Adam Baldwin), a mecânica Kaylee (Jewel Staite), os irmãos fugitivos Dr. Simmon (Sean Maher) e a alucinada e super poderosa River (Summer Glau). E é justamente como estes personagens convivem e interagem que faz com que as histórias de Joss Whedon sejam tão incríveis. 

A série foi cancelada na primeira temporada. O que torna obrigatório assistir o filme Serenity, no qual a história é fechada.

FIREFLY e o filme SERENITY estão disponíveis no Netflix.



Então, fica a dica. Mergulhe no Whedonverse e assista suas produções nessa ordem. E você nunca mais verá uma outra série da mesma maneira.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Meditação diária: benefícios, técnicas e como começar.

Meditação diária: benefícios, técnicas e como começar.
Apesar de ser uma prática originalmente budista, a meditação hoje existe além de qualquer religião. É uma prática diária que tem sido científicamente comprovada para melhorar sintomas de depressão, ansiedade e stress. Comecei a ler os materiais da comunidade /r/medidation do reddit e abaixo posto um resumo do que você precisa saber para começar uma meditação diária.

Como faço para começar?

Se você ainda não experimentou meditar e quer saber como começar, pense primeiro quais são seus objetivos: um problema específico de saúde mental, bem-estar geral, progresso em um determinado caminho espiritual?

Quais são os benefícios da meditação?

A meditação é qualquer treinamento da mente que deve dar-lhe benefícios como:

Maior foco
Baixar o estresse
Reduzir a ansiedade
Melhor resistência mental
Compaixão mais profunda
Insights sobre si mesmo e sua experiência sensorial
Melhor relação com as suas emoções
Libertação

A meditação traz muitos benefícios, mais do que se pode acreditar que uma única prática poderia trazer. Em resumo: A meditação vai melhorar a sua vida, de muitas formas, se você se dedicar a ela, acredite ou não. Não é um efeito placebo. 

Onde posso ler a pesquisa sobre meditação?

Aqui há algumas fontes de artigos científicos sobre benefícios da meditação:


I. Physical Health Effects:
  • 1. Increases immune function
  • 2. Decreases Pain
  • 3. Decreases Inflammation at the Cellular Level
II. Effects on Happiness
  • 1. Increases Positive Emotion
  • 2. Decreases Depression
  • 3. Decreases Anxiety
  • 4. Decreases Stress
III. Effects on Social Life
  • 1. Increases social connection & emotional intelligence
  • 2. Makes you more compassionate
  • 3. Makes you feel less lonely
IV. Effects on Self-Control
  • 1. Improves your ability to regulate your emotions
  • 2. Improves your ability to introspect
V. Effects on the Brain
  • 1. Increases grey matter
  • 2. Increases volume in areas related to emotion regulation, positive emotions & self-control
  • 3. Increases cortical thickness in areas related to paying attention
VI. Effects on Productivity
  • 1. Increases your focus & attention
  • 2. Improves your ability to multitask
  • 3. Improves your memory

O que é uma técnica de meditação simples?

A maioria das técnicas de meditação tradicionais são simples de praticar.

Prática é a palavra.

Aqui estão algumas instruções bem simples:


  1. Usar um cronômetro para definir a duração desejada da meditação.
  2. Sente-se ereto em uma cadeira, almofada ou uma toalha, com as costas retas.
  3. Feche os olhos. Respire pelo nariz.
  4. Conforme inspira e expira, concentre a sua mente com cuidado para a sensação do ar entrando e saindo em torno das pontas de suas narinas. Mantenha sua mente lá.

Conforme você faz isso, outros pensamentos e sentimentos irão surgir.

Talvez seu pé coce. Talvez você tenha algo que você queira fazer imediatamente depois de levantar-se, ou daqui a dois dias e isso continuará vindo à mente. Não importa.

Observe esses pensamentos e sentimentos como eles vêm à tona, evite julgá-los como bons ou maus, apenas observe que eles vieram e conduza sua mente tranquilamente de volta para sua respiração.

Numa discussão mais aproundada sobre os tipos de meditação, essa provavelmente seria a 'mindfulness of the breath'. Ela não é sua única opção. Pesquise de descubra qual o melhor tipo para você.

De onde é que a meditação vem?

Práticas de meditação foram registrados nos primeiros documentos escritos na história, com mantras sendo registrados já em 1700 aC

Muitas das religiões do mundo têm as suas próprias tradições meditativas. A mais antiga forma conhecida, chamada dhyāna remonta a pelo menos 500 AC em registros escritos do pré-Hindu religião védica. Se você teve uma aula de yoga que oferecia instruções de meditação mental (em oposição à meditação orientada para o movimento de corpo-de asanas)), você provavelmente estava fazendo algo na linha de dhyāna. 

No budismo, a meditação é ligeiramente diferente, chamada vipassana. Os budistas acreditam que a prática diligente nessa forma de meditação pode levar à eventual cessação de todo sofrimento. 

No século passado, estudiosos de psicologia começaram a estudar os benefícios da meditação para a saúde mental de seus pacientes.

O que a meditação tem a ver com Yoga?

Yoga é um conjunto de práticas ou disciplinas físicas, mentais e espirituais complementares que visam transformar o corpo e a mente. Em tradições hindu e védicos, Yoga significa "jugo" do corpo com a mente, eventualmente, alcançar "Moksha", ou liberação.

Tudo isso é conquistado por meio de uma prática central de meditação.

A idéia de Yoga no oeste é dominada por Hatha Yoga; a prática de posturas físicas (asanas), que são particularmente úteis para a formação de um corpo em saúde, mantendo-o em boas condições e pronto para a meditação. 

Você pode sugerir um livro para me apresentar a meditação?

O livro / e-book mais comumente recomendado para aqueles interessados em começar com uma abordagem secular ou budista é "A Meditação da Plena Atenção" (Mindfulness in Plain English). Este e-book descreve uma técnica simples, orientada em torno de se concentrar na respiração. Se você está realmente ansioso para experimentá-lo sem qualquer outra explicação você pode pular direto para o capítulo 5, mas dê uma olhada no resto do livro em algum momento, uma vez que vai esclarecer muitas mais perguntas sobre este tipo de prática.

Por que a meditação tem um aspecto religioso?

Redução de estresse baseada em meditação e terapia cognitiva baseada em mindfulness são abordagens científicas desenvolvidas recentemente com metas específicas para serem completamente independentes de religião, útil em ambientes clínicos e passíveis de estudo científico.

A origem da meditação milenar é religiosa, mas seu usu atual tem sido cada vez mais secular. 

Quanto tempo / frequência devo meditar?

É recomendado que você pratique tão frequentemente quanto quiser, mas faça disso uma prática regular para assegurar um progresso razoável.

Iniciantes podem começar com 5 minutos por sessão e evoluir a partir daí. Meditadores experientes podem se sentar por horas.

Por exemplo, a prática diária é boa. Duas vezes por dia é melhor. Quanto mais tempo você deixár entre as sessões, mais stress acumula. Há uma abundância de pesquisas científicas sobre a meditação e stress: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2211376/.

Alguns meditadores experientes costumam sentar duas vezes por dia fazendo 20-30 minutos por sessão, logo após acordar, e novamente após o trabalho. Outros meditadores experientes preferem uma única pausa de uma hora por dia.

Como devo sentar-se?

Se você está praticando a meditação sentada, você deve sentar-se em uma posição confortável, com a coluna reta / ereta.

Se esta posição for fisicamente impossível, então sente-se como você puder.

Alguns estilos de meditação irão recomendar uma posição particular, olhos abertos, semi-abertos, fechados etc.

Posso meditar ouvindo música?

Sendo novato você pode pensar que precisa de música para meditar, mas a maioria dos métodos tradicionais eficazes requerem a remoção total de distrações externas.

O que mais eu posso fazer para me tornar mais positivo?

Todos os passos que você pode dar para tornar-se mais saudável, em geral, criam uma resposta sinérgica positiva com a meditação.


  • Faça exercícios
  • Coma mais alimentos à base de plantas / naturais
  • Durma mais
  • Desenvolva atividades que despertem seus interesses



Se você trabalha fora, procure comer direito, de modo a obter um sono melhor, assim você estará menos ansioso quando meditar, irá obter mais calma, terá mais energia para se concentrar em trabalhar fora e comer melhor... Tudo isso é um cliclo.

Escolha os itens que te darão menos esforço, e comece a meditar. Vá evoluindo aos poucos e seja paciente com os resultados.
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